#saude Você sabe qual é o adoçante ideal?

Marca mostra as características de cada substância disponível no mercado
A sacarina, o primeiro adoçante do mundo, foi descoberta acidentalmente em 1879, lançada oficialmente com seu nome atual em 1897 e estudada por mais de cem anos para atestar a segurança de seu consumo. Já o aspartame foi descoberto em 1965, estudado por diferentes órgãos regulatórios e teve sua segurança aprovada pelas principais agências. A stévia, por sua vez, foi descoberta em 1905 e é considerada o produto natural mais doce até hoje encontrado. Além dessas substâncias, os consumidores ainda têm contato com a sucralose, o ciclamato e o acessulfame-K (os edulcorantes* mais comuns no mercado). E em meio a tanta oferta de diferentes tipos de adoçantes, como escolher o ideal para cada tipo de necessidade? Procurando informar seus consumidores sobre as principais substâncias disponíveis no mercado, Finn, marca de adoçantes destinada às pessoas que se preocupam com a saúde e praticam hábitos saudáveis, reuniu as principais características de cada uma delas para facilitar a decisão na prateleira.

O JEFCA, comitê internacional de especialistas em aditivos alimentares da FAO/OMS, realiza intensas pesquisas para avaliar a segurança de todas as substâncias antes de liberá-las para consumo. Por isso, vale ressaltar que todas as substâncias são seguras para o consumo. Ou seja, uma vez liberados, não oferecem riscos em nenhuma escala à saúde da população. Além disso, o comitê também regulamenta as quantidades seguras de ingestão de cada uma das substâncias por meio da Ingestão Diária Aceitável (IDA), valor expresso em miligramas por peso corporal (mg/kg peso), que representa a quantidade máxima de determinado adoçante que uma pessoa pode ingerir diariamente, durante toda a vida, sem que isso represente riscos à sua saúde.

É falso pensar que todas as substâncias são iguais: cada uma delas possui características físico-químicas e IDA próprias. Por isso, é sempre importante lembrar que não existe substância melhor ou pior: o importante é escolher a formulação adoçante que melhor se adéqua ao paladar. Veja abaixo as principais substâncias adoçantes do mercado e escolha a sua:

Sacarina
Descoberta nos Estados Unidos em 1879, a sacarina é considerada o edulcorante mais antigo que se conhece. Seu uso como aditivo para alimentos foi introduzido em 1900 nos EUA e desde então aumentou gradualmente. A sacarina pode ser usada na culinária e não é metabolizada pelo organismo, sendo excretada de forma inalterada pelos rins.

Aspartame
Descoberto em 1965, o aspartame tem 200 vezes mais poder de dulçor do que o açúcar e já foi associado a doenças por falsas alegações. Desde sua descoberta, diversos estudos sobre os aspectos da segurança do seu consumo foram publicados e o aspartame tem hoje o aval da Agência Nacional de Segurança Sanitária, a ANVISA, e também da Organização Mundial da Saúde, a OMS.

Stévia
Descoberta em 1905, pelo botânico suíço Moisés Santiago de Bertoni, a stévia é um adoçante natural extraído da planta Stevia rebaudiana, nativa da América do Sul. A substância é considerada o produto natural mais doce até hoje encontrado, com poder de dulçor de até 300 vezes maior que o do açúcar. Por ser um adoçante extraído de um vegetal, muitas filosofias de vida que restringem o uso de produtos artificiais, como o naturalismo, crudivorismo e o veganismo, adotam a stévia como principal adoçante. Além disso, a stévia é muito utilizada na panificação, em cereais, iogurtes, sorvetes, refrigerantes, etc. O uso das folhas de Stevia rebaudiana, porém, é feito há séculos no Paraguai e no Brasil. Os extratos da planta também são utilizados por milhões de consumidores japoneses há mais de 25 anos.

Sucralose
A sucralose foi amplamente estudada durante mais de vinte anos para que a segurança de seu consumo fosse cientificamente comprovada. O adoçante é derivado da cana de açúcar e obtido pela modificação de sua estrutura molecular. Com um poder de dulçor 600 vezes maior que o do açúcar e IDA de 15 mg/kg de peso corpóreo, a sucralose apresenta o sabor mais próximo ao do açúcar e o menor residual, sendo o adoçante preferido dos brasileiros. Ela é um dos edulcorantes mais versáteis, podendo ser utilizada também para fins culinários.

Finn possui a linha mais completa do mercado com todas as substâncias disponíveis: Finn Sacarina, Finn Aspartame, Finn 100% Sucralose e Finn 100% Stévia. Todos os produtos Finn possuem o selo da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD), que certifica a inexistência de açúcar na formulação e, consequentemente, o consumo permitido para diabéticos. Além disso, a marca reforça sua preocupação com a saúde e bem-estar do consumidor e sua responsabilidade em difundir informações corretas sobre o uso de adoçantes participando de palestras e simpósios sobre o assunto.

Para saber mais sobre a linha de adoçantes Finn e ter acesso a dicas de saúde, visite o site oficial da marca: www.finn.com.br e o facebookhttps://www.facebook.com/FinnOficial.

*Edulcorantes são substâncias naturais (normalmente extraídas de vegetais e frutas) ou artificiais (produzidas em laboratório), não necessariamente provêm dos açúcares e possuem capacidade adoçante superior ao do açúcar.
E vocês, utilizam adoçante? Qual?
bjO

*Informações obtidas através da assessoria de imprensa da marca.

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